Sábado, 22 de Junho de 2024
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Ícone do basquete brasileiro, Tiago Splitter fala da importância dos Jogos Olímpicos em sua carreira

O ex-jogador de basquete Tiago Splitter é um dos principais nomes da história do esporte de Santa Catarina e viveu o ápice da carreira que um jogad...

11/06/2024 às 19h02
Por: Edivaldo Domingos Fonte: Secom SC
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Foto: Reprodução/Secom SC
Foto: Reprodução/Secom SC

O ex-jogador de basquete Tiago Splitter é um dos principais nomes da história do esporte de Santa Catarina e viveu o ápice da carreira que um jogador desta modalidade pode chegar: jogar e brilhar na NBA, a principal liga de basquete do mundo e defender o Brasil nas Olimpíadas.

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Splitter que é nascido em Joinville e criado em Blumenau (SC), soma também em sua carreira um feito histórico que é ser o primeiro brasileiro campeão da NBA, em 2014, quando defendia o San Antonio Spurs.

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Na véspera de mais uma edição de jogos olímpicos, o catarinense concedeu entrevista para a Fesporte e recordou os momentos que viveu na edição de Londres 2012.

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“Sempre foi um sonho jogar uma olimpíada, tive a oportunidade de participar de um evento como esse, então na edição de Londres 2012 consegui realizar este sonho de carreira e de vida. Sinceramente, quando eu era criança eu não imaginei jogar uma olimpíada, porém com o passar dos anos esse objetivo foi se tornando possível e aconteceu comigo”, recorda Splitter.

Momento especial

“Eu acho que de todos os momentos que um atleta guarda para si de uma edição de Olimpíadas, o que fica mais forte para mim é a abertura. Aquela união de todos os países juntos e também onde cai aquela ficha, ‘nossa estou aqui’. Claro que na quadra também são momentos muito intensos e especiais na nossa vida, mas aquela noite da cerimônia de abertura é realmente muito marcante”, explica Tiago.

No torneio olímpico de basquete masculino em Londres 2012, a seleção brasileira avançou como segunda colocada na primeira fase da competição, porém acabou eliminada na etapa quartas de final quando foi derrotada em um equilibrado duelo diante da Argentina (77 x 82).

Em 12 anos que se passaram na edição de Londres 2012 para Paris 2024, Splitter considera que a modalidade evoluiu consideravelmente, assim como todo o esporte mundial. O uso da tecnologia é um dos exemplos citados pelo ex-jogador para que as equipes tenham acesso a mais dados técnicos referentes ao desempenho do time e dos próprios jogadores que integram a equipe.

“Com certeza o esporte mundial se desenvolveu muito nos últimos anos, principalmente a nível de tecnologia e felizmente o basquete seguiu por esse mesmo caminho. Se eu fosse deixar um recado para os atletas que estarão em Paris 2024? Com certeza recomendo que aproveitem muito. É um evento que passa rápido mas é uma vivência muito emocionante. Que todos possam com muita determinação representar o estado e o país da melhor forma possível”.

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